A medicina tradicional chinesa descobriu um ponto do nosso corpo que quando é estimulado promove um bem estar geral.
10:54 AM |
A
medicina tradicional chinesa descobriu um ponto do nosso corpo que quando é
estimulado promove um bem estar geral.
Este
ponto chamado de Feng Fu, é um ponto de pressão que se situa atrás da cabeça,
na base do crânio, na parte superior do pescoço.
Ponto Feng Fu
De acordo
com a medicina tradicional chinesa o Método do Ponto Feng Fu não trata os
problemas do organismo. Na verdade, este método, faz com que o corpo volte ao
seu equilíbrio fisiológico natural – fornecendo um forte impulso de vida
rejuvenescendo todo o corpo.
Aplicação de gelo no ponto Feng Fu
Técnica
da aplicação de um cubo de gelo no ponto Feng Fu:
Escolha
uma posição confortável de barriga para baixo.
Aplique
um cubo de gelo, uma ou duas vezes por dia, durante 20 minutos.
Se lhe
for mais conveniente, pode usar um pano ou um saquinho de plástico para
envolver o cubo de gelo.
Ao fim de
30 segundos começará a sentir um leve calor neste ponto.
Nos
primeiros dias há a possibilidade de uma leve sensação de euforia devido à
libertação de endorfinas.
Ponto Feng Fu
Alterações que poderá sentir ao
aplicar este método:
–
Diminuição de dores de cabeça, dores de dentes e de articulações;
– Ajuda a
regular problemas de tensão arterial (hipotensão e hipertensão);
–
Melhoras no sistema digestivo;
–
Melhoras do seu sono e humor;
– Alívio
de infecções gastro-intestinais e doenças sexualmente transmissíveis;
– Alívio
de perturbações neurológicas e distúrbios psico-emocionais: fadiga crónica,
stress, depressões, insónias, etc;
–
Inibição de alterações degenerativas da coluna vertebral;
–
Melhoras de problemas respiratórios;
– Ajuda a
inibir problemas ligados ao sistema cardiovascular;
–
Eliminação de constipações frequentes;
–
Estabilização de distúrbios provocados pela tiróide;
– Alívio
de ataques de asma;
– Redução
da celulite;
–
Melhoras de problemas do trato gastro-intestinal,;
–
Melhoras de desordens ligadas à obesidade e à má-nutrição;
– Alivio
de desordens ligadas à frigidez, impotência e infertilidade;
–
Melhoras de problemas menstruais. Parte superior do formulário
O HIV é inofensivo. Mas as drogas anti-HIV são mortais
12:48 PM |
Peter Duesberg
Um dos maiores especialistas em vírus HIV afirma que a Aids não é contagiosa e que se alguém injetar o vírus em si mesmo não ficará doente
Por Flávio Dieguez
Desde a eclosão da Aids, em 1981, a expressão "HIV-positivo"
se transformou quase que em uma sentença de morte. A presença do HIV em
um organismo significava que, mais cedo ou mais tarde, ele adoeceria de
Aids. Mas... e se o vírus for inocente? E se ninguém precisasse temer o
contágio e nem, por causa disso, tivesse que usar camisinha como uma
obrigação, nem tomar drogas pesadas como o AZT, disparadas contra o
vírus como a única alternativa de salvação? Essa tese polêmica — ou
simplesmente insana na opinião de muitos especialistas — é defendida
pelo cientista que mais entende hoje dos vírus da categoria do HIV,
chamados de retrovírus. Trata-se do bioquímico alemão, naturalizado
americano, Peter Duesberg, da Universidade da Califórnia, em Berkeley.
"Peter é extraordinário e brilhante", diz a seu respeito o seu maior
oponente, o virologista americano Robert Gallo, do Instituto Nacional do
Câncer (INC). (Gallo descobriu o HIV e é o autor da tese de que é o
vírus que causa a Aids.) Duesberg concordou em dar esta entrevista à
Super depois que o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, em abril,
anunciou que poderia suspender, em seu país, o tratamento da Aids por
meio de drogas anti-HIV, não só por seus efeitos colaterais deletérios,
como por haver dúvidas sobre sua eficiência no combate à doença. O
anúncio teve o efeito de um terremoto. Pela primeira vez se deu atenção a
Duesberg e a mais uma centena de pesquisadores que inocentam o vírus,
entre os quais o bioquímico americano Kary Mullis, da Universidade da
Califórnia, Prêmio Nobel de Química de 1993. A seguir, entenda por que
eles não acreditam que o HIV seja o vilão da história.
Super – Por que você não aceita a teoria de que a Aids é causada por um vírus, o HIV?
A Aids não é compatível com os critérios usados para definir uma doença como infecciosa — isto é, causada por microorganismos. Para começar, todas as infecções levam ao contágio e são comumente transmitidas para quem trata os pacientes. Não se conhece um único médico ou enfermeira que tenha contraído Aids dessa maneira. No total, desde que a Aids foi diagnosticada há 20 anos, mais de 750 000 casos já foram registrados nos Estados Unidos. O fato de não ter havido a contaminação de um médico ou uma enfermeira sequer demonstra que a Aids não é contagiosa.
Mas a Aids não está se espalhando pela população por contágio?
Não. As doenças infecciosas se alastram mais ou menos por igual por toda a população. É o que se vê, por exemplo, na poliomielite, na varíola, na hepatite etc. Em vez disso, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, a Aids é uma enfermidade predominantemente masculina: até 85% dos pacientes são homens. Como explicar a baixa incidência no sexo feminino? E não é só isso: quase 70% dos pacientes masculinos são homossexuais usuários de drogas, o que torna a distribuição da doença ainda mais desigual, mais restrita a um segmento específico da sociedade.
Então, qual seria o papel do vírus?
O HIV não se encaixa nos critérios estabelecidos. Nenhum outro vírus tem o comportamento que se atribui a ele. Enquanto todos os vírus conhecidos causam doença em alguns dias ou semanas após a infecção, o HIV demoraria até dez anos para provocar efeito. É um paradoxo sem explicação. Na verdade, essa demora no aparecimento do mal é característica das doenças associadas às drogas. O câncer de pulmão surge de dez a 20 anos depois que se começa a fumar, e a cirrose, 20 anos depois de começar a beber.
Até que ponto essa analogia é importante para entender a causa da Aids?
Ela mostra o quanto é duvidoso que o HIV seja a causa da Aids. Se ela fosse de origem viral, deveria ter seguido um de dois caminhos possíveis: ou teria sido controlada assim que os pacientes desenvolvessem imunidade a ela, ou teria explodido, como previram erroneamente os cientistas americanos. Mas o que aconteceu foi algo completamente diferente: ela está associada a um estilo de vida, da mesma forma que o câncer de pulmão predomina entre os fumantes e, como ele, continua confinada a uma pequena parcela da população.
Então, a causa da doença seria um comportamento...
A hipótese que nós defendemos é que a Aids é uma epidemia química, não contagiosa, provocada pelo uso persistente de drogas nos Estados Unidos e na Europa, e pela má nutrição (a falta de nutrientes causa problemas químicos, tanto quanto as drogas), na África.
Como se explicam as fotos ou filmes que mostram o HIV infectando as células?
O fato de um vírus estar presente em um paciente não é suficiente para provar que ele seja a causa da doença. Especialmente se a doença não é contagiosa. Na verdade, em sua grande maioria os vírus são "passageiros" inofensivos do organismo humano e nunca causam doenças.
A hipótese da causa química tem sido estudada de uma forma adequada, na sua opinião?
Claramente não. Ao contrário, ela tem sido censurada, suprimida e privada de verbas públicas. Os seus proponentes são intimidados e marginalizados.
Você alega que os tratamentos disponíveis para a Aids não ajudaram ninguém até hoje. O que o faz pensar assim?
Primeiro, as terapias são direcionadas contra o vírus e ele não causa a Aids. Segundo, como as drogas utilizadas prejudicam o sistema de defesa do organismo (como se diz que o HIV faz) elas são Aids por prescrição médica. Receitar AZT, por exemplo, é como receitar a doença.
Como se explica que o jogador de basquete americano Magic Johnson esteja em tão boa forma, embora tenha tido Aids e tomado o AZT?
Você está enganado: Johnson tomou AZT por alguns meses apenas, dez anos atrás. Depois disso nunca mais. E é por isso que tem boa saúde agora. O HIV é inofensivo, mas as drogas anti-HIV são mortais: Johnson é a prova viva disso.
Você acredita que uma pessoa saudável poderia injetar o vírus em si mesma sem risco de ter Aids?
Sim. Isso já acontece. De acordo com a Organização Mundial de Saúde 33 milhões de pessoas, atualmente, são HIV-positivas, mas menos de dois milhões desenvolveram a doença desde que ela é conhecida. Portanto, há 31 milhões de pessoas infectadas e completamente saudáveis no mundo — entre as quais Magic Johnson.
Você faria essa experiência?
Eu já me dispus a isso, desde que o objetivo seja fazer pesquisa — uma investigação financiada por dotações adequadas e com liberdade para publicar os resultados em revistas especializadas. Eu sou um cientista, não um apostador.
Você acredita que o grupo dos chamados "rebeldes da Aids", do qual você faz parte, pode passar a ser ouvido daqui para a frente?
Penso que o nosso maior aliado é o fracasso da hipótese de que o HIV cause Aids. As pesquisas nessa linha não conduzem à cura, não previnem e nem explicam a doença, a despeito de todos os esforços já feitos em termos de capital e de recursos humanos por mais de 16 anos. A incapacidade de produzir resultados é a marca registrada do fracasso. Isso, mais a simples lógica dos nossos argumentos, refutarão a hipótese corrente mais cedo ou mais tarde. Da mesma forma que Galileu, mesmo que depois de 400 anos, acabou convencendo até o papa de que a Terra gira em torno do Sol. (Só em 1983 a Igreja admitiu que errou ao condenar Galileu.)
fdieguez@abril.com.br
O HIV é inofensivo. Mas as drogas anti-HIV são mortais
Super – Por que você não aceita a teoria de que a Aids é causada por um vírus, o HIV?
A Aids não é compatível com os critérios usados para definir uma doença como infecciosa — isto é, causada por microorganismos. Para começar, todas as infecções levam ao contágio e são comumente transmitidas para quem trata os pacientes. Não se conhece um único médico ou enfermeira que tenha contraído Aids dessa maneira. No total, desde que a Aids foi diagnosticada há 20 anos, mais de 750 000 casos já foram registrados nos Estados Unidos. O fato de não ter havido a contaminação de um médico ou uma enfermeira sequer demonstra que a Aids não é contagiosa.
Mas a Aids não está se espalhando pela população por contágio?
Não. As doenças infecciosas se alastram mais ou menos por igual por toda a população. É o que se vê, por exemplo, na poliomielite, na varíola, na hepatite etc. Em vez disso, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, a Aids é uma enfermidade predominantemente masculina: até 85% dos pacientes são homens. Como explicar a baixa incidência no sexo feminino? E não é só isso: quase 70% dos pacientes masculinos são homossexuais usuários de drogas, o que torna a distribuição da doença ainda mais desigual, mais restrita a um segmento específico da sociedade.
Então, qual seria o papel do vírus?
O HIV não se encaixa nos critérios estabelecidos. Nenhum outro vírus tem o comportamento que se atribui a ele. Enquanto todos os vírus conhecidos causam doença em alguns dias ou semanas após a infecção, o HIV demoraria até dez anos para provocar efeito. É um paradoxo sem explicação. Na verdade, essa demora no aparecimento do mal é característica das doenças associadas às drogas. O câncer de pulmão surge de dez a 20 anos depois que se começa a fumar, e a cirrose, 20 anos depois de começar a beber.
Até que ponto essa analogia é importante para entender a causa da Aids?
Ela mostra o quanto é duvidoso que o HIV seja a causa da Aids. Se ela fosse de origem viral, deveria ter seguido um de dois caminhos possíveis: ou teria sido controlada assim que os pacientes desenvolvessem imunidade a ela, ou teria explodido, como previram erroneamente os cientistas americanos. Mas o que aconteceu foi algo completamente diferente: ela está associada a um estilo de vida, da mesma forma que o câncer de pulmão predomina entre os fumantes e, como ele, continua confinada a uma pequena parcela da população.
Então, a causa da doença seria um comportamento...
A hipótese que nós defendemos é que a Aids é uma epidemia química, não contagiosa, provocada pelo uso persistente de drogas nos Estados Unidos e na Europa, e pela má nutrição (a falta de nutrientes causa problemas químicos, tanto quanto as drogas), na África.
Como se explicam as fotos ou filmes que mostram o HIV infectando as células?
O fato de um vírus estar presente em um paciente não é suficiente para provar que ele seja a causa da doença. Especialmente se a doença não é contagiosa. Na verdade, em sua grande maioria os vírus são "passageiros" inofensivos do organismo humano e nunca causam doenças.
A hipótese da causa química tem sido estudada de uma forma adequada, na sua opinião?
Claramente não. Ao contrário, ela tem sido censurada, suprimida e privada de verbas públicas. Os seus proponentes são intimidados e marginalizados.
Você alega que os tratamentos disponíveis para a Aids não ajudaram ninguém até hoje. O que o faz pensar assim?
Primeiro, as terapias são direcionadas contra o vírus e ele não causa a Aids. Segundo, como as drogas utilizadas prejudicam o sistema de defesa do organismo (como se diz que o HIV faz) elas são Aids por prescrição médica. Receitar AZT, por exemplo, é como receitar a doença.
Como se explica que o jogador de basquete americano Magic Johnson esteja em tão boa forma, embora tenha tido Aids e tomado o AZT?
Você está enganado: Johnson tomou AZT por alguns meses apenas, dez anos atrás. Depois disso nunca mais. E é por isso que tem boa saúde agora. O HIV é inofensivo, mas as drogas anti-HIV são mortais: Johnson é a prova viva disso.
Você acredita que uma pessoa saudável poderia injetar o vírus em si mesma sem risco de ter Aids?
Sim. Isso já acontece. De acordo com a Organização Mundial de Saúde 33 milhões de pessoas, atualmente, são HIV-positivas, mas menos de dois milhões desenvolveram a doença desde que ela é conhecida. Portanto, há 31 milhões de pessoas infectadas e completamente saudáveis no mundo — entre as quais Magic Johnson.
Você faria essa experiência?
Eu já me dispus a isso, desde que o objetivo seja fazer pesquisa — uma investigação financiada por dotações adequadas e com liberdade para publicar os resultados em revistas especializadas. Eu sou um cientista, não um apostador.
Você acredita que o grupo dos chamados "rebeldes da Aids", do qual você faz parte, pode passar a ser ouvido daqui para a frente?
Penso que o nosso maior aliado é o fracasso da hipótese de que o HIV cause Aids. As pesquisas nessa linha não conduzem à cura, não previnem e nem explicam a doença, a despeito de todos os esforços já feitos em termos de capital e de recursos humanos por mais de 16 anos. A incapacidade de produzir resultados é a marca registrada do fracasso. Isso, mais a simples lógica dos nossos argumentos, refutarão a hipótese corrente mais cedo ou mais tarde. Da mesma forma que Galileu, mesmo que depois de 400 anos, acabou convencendo até o papa de que a Terra gira em torno do Sol. (Só em 1983 a Igreja admitiu que errou ao condenar Galileu.)
fdieguez@abril.com.br
O HIV é inofensivo. Mas as drogas anti-HIV são mortais
A realidade da água em Quixeramobim
4:29 PM |
![]() |
| Foto: Liduina Torres - Fogareiro |
Os impactos decorrentes das mudanças climáticas deverão provocar alterações na quantidade e na qualidade dos recursos hídricos. Em relação à quantidade, estudos realizados demonstram que a demanda por água tende a aumentar enquanto a disponibilidade hídrica tende a diminuir, principalmente nas regiões de baixas latitudes, como é caso do semi-árido brasileiro.
De acordo com apresentação feita pelo pesquisador do INPE e do IPCC Carlos Nobre na Agência Nacional de Águas, em 2007, 2,4 bilhões de pessoas vivem com saneamento inadequado e 1 bilhão sequer tem acesso à água potável de qualidade, fonte do site mudanças climáticas.
Em Quixeramobim a muito tempo precisamos nos preocupar, use a consciência, seja racional, racione o gasto da água antes que não tenhamos mais nada a racionar.
![]() |
| Fotos Liduina Torres - Fogareiro |
Fim de Helena em THE VAMPIRE DIARIES
9:26 PM |
Intérprete de Elena em “The Vampire Diaries”, Nina Dobrev anunciou sua saída do elenco da série após a sexta temporada. Na publicação em uma rede social, ela afirmou ter planejado ficar exatamente este período no ar, antes de seguir novos rumos.
Ainda na mensagem, ela relembra a trajetória da personagem. “Fui sequestrada, assassinada, ressuscitada, torturada, amaldiçoada, arrebatada e ainda vai acontecer muita coisa antes da temporada encerrar em maio. Elena se apaixonou não uma vez, mas duas, com duas almas gêmeas. Neste meio tempo, fiz os melhores amigos que já conheci e formei uma nova família que amarei para sempre”, escreveu a atriz.
O desligamento da americana foi confirmado pela produtora, que revelou em nota que Michael Trevino, intérprete de Tyler Lockwood, também deixará a produção.
Apesar das baixas, a sétima temporada vai continuar narrando a história dos irmãos Salvatore, os vampiros Stefan (Paul Wesley) e Damon (Ian Somerhalder) — Elena formou um triângulo amoroso com eles.
Fonte Rd1
CARNAVAL EM BEBERIBE
5:01 PM |
Beberibe
A Prefeitura de Beberibe espera atrair 300 mil pessoas no Carnaval deste ano. Além das praias de Morro Branco, Praia das Fontes, Uruaru e Parajuru, a festa principal acontecerá na Praça da Matriz do município, que começa no dia 1º e segue até 4 de março.
No sábado (1°), se apresentam Forró Real, Frennesy e Forró dos Plays.
No domingo (2),
Aviões do Forró, The Vibe e André Luvi.
Na segunda-feira (3), Solteirões do Forró, Forró dos Amigos e Ivo Brown.
Na terça-feira (4), Pé de Ouro.
A Prefeitura de Beberibe espera atrair 300 mil pessoas no Carnaval deste ano. Além das praias de Morro Branco, Praia das Fontes, Uruaru e Parajuru, a festa principal acontecerá na Praça da Matriz do município, que começa no dia 1º e segue até 4 de março.
No sábado (1°), se apresentam Forró Real, Frennesy e Forró dos Plays.
Na segunda-feira (3), Solteirões do Forró, Forró dos Amigos e Ivo Brown.
Na terça-feira (4), Pé de Ouro.
CARNAVAL EM ARACATI
4:52 PM |
No litoral leste, o município de Aracati tem um dos carnavais mais tradicionais do estado. Na cidade, são encontradas as tradicionais praias de Canoa Quebrada e Majorlândia.
A programação deste ano terá as atrações baianas
Margareth Menezes no sábado (1°),
Ricardo Chaves, Márcia Freire e a Banda 5% no domingo (2),
É o Tchan na segunda-feira (3).
Na terça-feira (4), André Luví, Ítalo e Renno, Fantasmão, Luis Marcelo e Gabriel encerram a programação.
Assinar:
Postagens (Atom)






















